Lá para as bandas de Sobral, mora um engenheiro por vocação, teimosia e criatividade. Íntegro como o espelho cristalino de Alceu, consome as horas na busca de soluções no chão fabril.
Além da inteligência, usa o coração como instrumento de trabalho a conciliar o inconciliável. Gosta de gente, dos números e das letras. Enxerga longe, planeja, prospecta. Sabe da alma humana.
Neste 15 de março, em que fazes 44 anos de vida, meu dileto irmão, juntei alguns versos de teu Alceu, como uma pequena homenagem a ti, que muito admiramos e amamos.
“Quando o sol desmaiar
Já não corro mais perigo:
Meu quarto tem bandeiras.
Essa rua sem céu, sem horizontes
E vinte anos de agonia no coração
São mil horas, mil estrelas
Girando numa roleta
Na tarde de um domingo azul.
Fica o dito e não dito
A toalha na janela
A moça no meio da tarde
Batendo no sino
Tomado de assalto.
Num sonho dourado
Fica a chama, fica a vela
Derretidas na insensatez do asfalto.”
Feliz aniversário!
Além da inteligência, usa o coração como instrumento de trabalho a conciliar o inconciliável. Gosta de gente, dos números e das letras. Enxerga longe, planeja, prospecta. Sabe da alma humana.
Neste 15 de março, em que fazes 44 anos de vida, meu dileto irmão, juntei alguns versos de teu Alceu, como uma pequena homenagem a ti, que muito admiramos e amamos.
“Quando o sol desmaiar
Já não corro mais perigo:
Meu quarto tem bandeiras.
Essa rua sem céu, sem horizontes
E vinte anos de agonia no coração
São mil horas, mil estrelas
Girando numa roleta
Na tarde de um domingo azul.
Fica o dito e não dito
A toalha na janela
A moça no meio da tarde
Batendo no sino
Tomado de assalto.
Num sonho dourado
Fica a chama, fica a vela
Derretidas na insensatez do asfalto.”
Feliz aniversário!
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